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Como captar leads em feiras e eventos com cartão de visitas digital

O contato que se perde na feira, o que muda quando ele fica salvo no celular do cliente e como a empresa acompanha quais cartões foram abertos.

· 3 min de leitura

Em uma feira de negócios, visitante aponta a câmera do celular para o QR do cartão digital mostrado por um expositor

A equipe comercial volta da feira com a sensação de dever cumprido: dezenas de conversas, cartões trocados, promessas de retorno. Uma semana depois, metade dos contatos não retorna, e a outra metade ninguém lembra de onde veio.

O problema raramente é a conversa. É o que acontece com o contato depois dela.

Onde o lead se perde

No evento, o cartão impresso cumpre um papel só: sair da sua mão e ir para a mão do outro. A partir daí, o controle acaba.

  • O cartão vai para um bolso com outros vinte.
  • O visitante chega em casa e não lembra qual empresa era aquela.
  • Para falar com você, ele precisa digitar o telefone letra por letra.
  • Se o seu dado mudou desde a impressão, o contato chega num número que não existe mais.

O lead não esfria por falta de interesse. Esfria por atrito.

O que muda quando o contato vai para o celular

Com o cartão de visitas digital, o colaborador entrega o contato de três formas: aproximando a tag NFC, mostrando o QR Code na tela ou enviando o link pelo WhatsApp. Em qualquer uma delas, o que aparece no celular do visitante é o cartão com o botão Salvar contato.

Um toque, e nome, cargo, empresa, telefone e e-mail entram na agenda. O visitante não precisa lembrar de nada. Quando for procurar, digita o nome da empresa na agenda e encontra.

Feira sem sinal de internet

Quem já trabalhou em pavilhão de eventos conhece o problema: a rede cai justamente no horário de maior movimento.

O cartão digital da Obbi tem duas respostas para isso:

  1. O cartão abre sem internet no celular do colaborador que já o abriu antes, e fica instalado como aplicativo.
  2. O QR de contato funciona offline dos dois lados. Os dados vão dentro do próprio código. A câmera do visitante lê e salva na agenda, sem nenhuma das duas pontas conectada.

É o tipo de detalhe que não aparece na demonstração, mas decide se o contato fica ou não com o cliente no meio da feira.

Tudo o que o cliente precisa, num lugar

Além dos contatos, o cartão leva o que a empresa quiser mostrar depois da conversa: o site, o catálogo, o vídeo institucional, o WhatsApp comercial, as redes. O visitante que ficou curioso no estande encontra o próximo passo sem pedir um folheto.

Para as redes sociais, a empresa tem ainda o link na bio, com os mesmos botões na identidade da marca.

Como saber se funcionou

Contato entregue sem nenhum retorno de informação é aposta. No painel da Obbi, o gestor acompanha:

  • quantas vezes os cartões da equipe foram abertos;
  • em quais botões as pessoas clicaram dentro deles, como WhatsApp, e-mail ou site;
  • quais cartões foram mais acessados no período, dia a dia.

Depois do evento, a empresa compara a semana da feira com as anteriores e sabe quem da equipe teve os cartões mais abertos. O relatório mostra números de uso. Não guarda dados pessoais de quem abriu o cartão.

Um roteiro para o próximo evento

  1. Antes: confira se o cartão de cada pessoa do estande está atualizado e com o link do material que vai ser apresentado.
  2. No estande: prefira a aproximação ou o QR na tela, e peça para o visitante salvar o contato ali mesmo.
  3. No fim do dia: anote no seu CRM ou planilha com quem conversou, enquanto a lembrança está fresca.
  4. Na semana seguinte: veja no relatório quais cartões foram abertos e quais botões tiveram clique.

Se a sua equipe vai a eventos com frequência, conheça o cartão digital para empresas e a tag NFC personalizada. Os projetos começam em 5 colaboradores.

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