Cartão digital

Cartão de visitas sustentável: o que muda quando a empresa para de reimprimir

Onde o cartão impresso gera desperdício numa empresa, o que o cartão digital resolve de verdade e o que continua fazendo sentido imprimir.

· 3 min de leitura

Caixa cheia de cartões de visita de papel amarrados ao lado de um celular com o cartão digital aberto

Cartão de visitas sustentável virou argumento de venda de muita gráfica: papel reciclado, tinta à base de água, semente para plantar. Tudo isso reduz o impacto de cada unidade. Não resolve o que mais gera desperdício numa empresa, que é imprimir de novo o que ficou desatualizado.

Onde o desperdício realmente acontece

Pense no ciclo de um cartão impresso dentro de uma equipe:

  • O lote mínimo. Gráficas vendem em centenas de unidades por pessoa. Um colaborador entrega poucas dezenas até a próxima mudança.
  • A troca de dado. Mudou o cargo, o telefone, o e-mail ou o logo da empresa, e o que sobrou do lote vai para o lixo.
  • A saída do colaborador. Os cartões com o nome de quem saiu não servem para mais ninguém.
  • A reposição. Quem entra na equipe espera o próximo pedido, e enquanto isso escreve o telefone num papel.

Em uma equipe de 30 pessoas, basta uma troca de identidade visual para todos os lotes perderem a validade no mesmo dia.

O que o cartão digital muda

O cartão de visitas digital é o cartão do colaborador feito para o celular. Ele abre por link, QR Code ou aproximação, e salva o contato direto na agenda de quem recebe.

Como nada fica impresso, o ciclo acima deixa de existir:

  • Mudou um dado, muda no cartão. A atualização vale para todo mundo que abrir o cartão a partir daquele momento.
  • Mudou a marca, muda em todos de uma vez. Capa, logo e cores são da empresa, e a troca aparece em todos os cartões juntos.
  • Alguém saiu, o cartão é desativado. O endereço deixa de responder, e ninguém continua ligando para o número antigo.
  • Alguém entrou, o cartão sai no mesmo padrão. Sem esperar lote, sem cartão improvisado.

A conta de sustentabilidade que interessa, então, não é quanto papel cada cartão gasta. É quantos cartões deixam de ser jogados fora.

E o cartão físico?

Parar de reimprimir não significa acabar com o objeto. Tem gente que prefere entregar algo na mão, e tem situação em que isso faz diferença.

Nesses casos, o físico pode ser um só por pessoa: um cartão em PVC com tag NFC, que abre o cartão digital por aproximação. Ele não carrega os dados impressos, só o caminho até eles. Então não perde a validade quando algo muda, e pode passar para outra pessoa quando alguém sai.

É a troca de centenas de unidades de papel por colaborador por uma peça durável, que acompanha a pessoa.

Um cuidado antes de escolher

Nem todo cartão digital resolve o problema. Alguns cobram mensalidade, o que transforma a economia de papel em despesa recorrente. Outros entregam o mesmo modelo para todo mundo, e a empresa perde o padrão da marca.

Antes de decidir, vale conferir três pontos:

  1. Quem controla os dados. A empresa precisa conseguir atualizar e desativar cartões sem depender de cada colaborador.
  2. Se o cartão respeita a identidade visual. Cartão fora do padrão volta a ser um problema de marca.
  3. Como é o pagamento. Na Obbi o pagamento é único, sem mensalidade, renovação ou assinatura.

Se a sua empresa quer parar de reimprimir, veja como funciona o cartão de visitas digital para empresas ou solicite um orçamento para a quantidade da sua equipe.

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